Espaço Argumento


Meteorologia

Nebulosidade continua, mas sol está
de volta ao sudeste brasileiro

 

As últimas imagens de satélite mostram que ainda há uma frente fria sobre a Região Sudeste do Brasil, mas já se afastando da costa. O deslocamento trouxe de volta o sol em praticamente todos os estados da região. A nebulosidade permanece ali, mas com pouca chance de chuvas nas próximas horas.

 

Segundo a Somar Meteorologia, as temperaturas

 

 

Foto tirada do satélite por volta das 15hs de hoje (17/06)

  máximas aumentaram um pouco nesta parte do país em relação a dias anteriores, e chegaram
  a 21º em São Paulo, 22º em Campinas, 28º no Rio de Janeiro e 23º em Belo Horizonte.
  À noite, os termômetros voltam a cair e a próxima madrugada será gelada não só no Sudeste,
  como também no Sul, com previsão de geada na serras Gaúcha e Catarinense.

  Porto Alegre (RS) com o tempo um pouco mais firme nas próximas horas e máxima de 15º.
  Em Curitiba (PR), os termômetros chegaram aos 18º. Já em Salvador (BA), com os ventos
  úmidos que sopram do mar, o clima segue instável e há previsão de chuva passageira.
  Máxima de 28º na capital baiana nesta quarta-feira.

  Em Brasília (DF), na Região Centro-Oeste, previsão de chuva rápida até o final do dia. Distrito
  Federal com 26º de máxima.

 

  Da Redação: Depois que passei seis meses no Paraná, no ano passado, o frio do Rio de

  Janeiro ficou sem graça para mim. Mas também tenho que levar em consideração que sou
  um “privilegiado”, pois moro numa boa casa em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, tenho
  chuveiro quente e durmo com o meu edredom todos os dias. Para quem é morador de rua,
  o que não é raro no eixo Rio-São Paulo, certamente qualquer inverno é sinônimo de ainda
  mais sofrimento.



Escrito por Flavio DP às 16h46
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Mundo

12 de junho marca fim da
TV analógica nos EUA

A última sexta-feira (12/06) marcou o fim da TV analógica nos Estados Unidos. A era da antiga tecnologia durou 60 anos e hoje quem não possui um aparelho digital, ou um conversor, não consegue mais captar sinais televisivos naquele país.

 

Segundo uma empresa de pesquisa local, três milhões de lares norte-americanos estão sem TV por não terem se preparado a tempo.

Isso apesar da campanha de “digitalização” liderada

 

        Só chuvisco na tela de quem não se “digitalizar” nos EUA

 

  pelo presidente Barak Obama, que inclusive ofereceu empréstimos financeiros para a compra de
  conversores,  hoje custando à população de
 50 a 80 dólares.  

  O Estado norte-americano é o que possui mais emissoras de TV no mundo, com cerca de 1,8 mil, nos
  níveis  nacional e regional. Todas estão proibidas de realizar transmissão analógica. Desta forma,
  surge uma curiosidade: a verdadeira nação de fanáticos por televisão que foi criada ali ao longo de
  seis décadas está,  em boa parte, sem sua principal companhia. Será esse fato gerador de mudança
  de hábito?

 

  A transição tecnológica estava prevista, a princípio, para o dia 17 de fevereiro. Porém, na ocasião,
  o Senado  dos Estados Unidos prorrogou o  prazo de adaptação em quase quatro meses, por julgar
  baixo o índice de “digitalização” dos telespectadores norte-americanos.

 

  Da Redação: Agora é passado ver “yankees” em cima de telhados, mexendo em antenas de
  alumínio e  gritando “melhorou?”, “piorou?”. A palha de aço na ponta de antenas portáteis então,
  já está definitivamente  aposentada. Tudo em nome da faminta tecnologia.

 



Escrito por Flavio DP às 03h44
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